Zona Habitável: Atualmente na astronomia esse termo tem sido usado para determinar uma região do espaço onde as condições são favoráveis para a existência de vida como conhecemos na Terra, ou seja, formas de vida baseadas em carbono e que dependem de água, isso implica na possibilidade de existência de água em estado liquido. Isso leva em consideração muitos fatores, dentre eles, os dois mais importantes são:
1) A classe espectral e a magnitude absoluta da estrela; existem sistemas com estrelas mais frias (como por exemplo, a classe M) e com raio menor (com baixa magnitude absoluta); as anãs vermelhas, como a Gliese 581, nela o planeta deve estar mais próximo da estrela, relativamente muito mais próximo do que a Terra esta do Sol; uma estrela classe G, que é consideravelmente mais brilhante e maior que a Gliese 581. Estrelas muito mais quentes que o Sol provavelmente tornariam os planetas rochosos mais próximos inabitáveis, e considerando os atuais modelos de formação de sistemas estelares: os planetas rochosos tendem a se formar mais próximos da estrela em relação aos planetas gasosos (ou jovianos), e portando as chances de vida como a da Terra seria menor; exemplos são estrelas das classes O e B, azuladas e muito quentes.
1) A classe espectral e a magnitude absoluta da estrela; existem sistemas com estrelas mais frias (como por exemplo, a classe M) e com raio menor (com baixa magnitude absoluta); as anãs vermelhas, como a Gliese 581, nela o planeta deve estar mais próximo da estrela, relativamente muito mais próximo do que a Terra esta do Sol; uma estrela classe G, que é consideravelmente mais brilhante e maior que a Gliese 581. Estrelas muito mais quentes que o Sol provavelmente tornariam os planetas rochosos mais próximos inabitáveis, e considerando os atuais modelos de formação de sistemas estelares: os planetas rochosos tendem a se formar mais próximos da estrela em relação aos planetas gasosos (ou jovianos), e portando as chances de vida como a da Terra seria menor; exemplos são estrelas das classes O e B, azuladas e muito quentes.
2) O diâmetro do planeta; que esta diretamente ligado a gravidade que este gera, dessa forma, planetas com o raio muito maior que o da Terra, como por exemplo mais de 3 RT teria uma gravidade muito forte para nos humanos, por exemplo; nesses mundos, os seres vivos teriam que gastar enormes quantidades de energia apenas para se levantar ou realizar simples ações, alem do que os sistemas musculares ou equivalentes teriam de ser extremamente desenvolvidos, dentre outras dificuldades. Da mesma forma, planetas com o raio muito menor que a Terra (por exemplo 0,1 RT) teriam gravidade muito baixa, e processos como a formação do solo, indispensável ao desenvolvimento evolutivo das plantas terrestres como as da Terra seria afetada, provavelmente de forma negativa. Atualmente algo em entre 0,5 a 2,5 RT seria muito promissor nesse quesito.
O diâmetro do planeta, a classe e magnitude absoluta da estrela estando nessa margem aceitável, tem-se a questão do posicionamento do planeta em relação a estrela; a distancia media onde a vida poderia se desenvolver como em nosso mundo. Em estrelas mais quentes, como o Sol e estrelas da classe F e talvez A, como a zona de habitabilidade esta mais distante da estrela, do planeta poderia ser visto em pequeno ponto branco e intenso no céu o qual não poderia, nem de relance, como muita vezes fazemos com o Sol ser vislumbrado durante um dia aberto, podendo cegar imediatamente um homem.
Como a classe espectral A é branca, mesmo que a atmosfera do planeta fosse idêntica a da Terra, a luz refletida seria de outro comprimento de onda, gerando entao, um céu de outra cor (neste caso possivelmente um pálido azul) um por e nascer da estrela de cores diferentes.
O diâmetro do planeta, a classe e magnitude absoluta da estrela estando nessa margem aceitável, tem-se a questão do posicionamento do planeta em relação a estrela; a distancia media onde a vida poderia se desenvolver como em nosso mundo. Em estrelas mais quentes, como o Sol e estrelas da classe F e talvez A, como a zona de habitabilidade esta mais distante da estrela, do planeta poderia ser visto em pequeno ponto branco e intenso no céu o qual não poderia, nem de relance, como muita vezes fazemos com o Sol ser vislumbrado durante um dia aberto, podendo cegar imediatamente um homem.
Como a classe espectral A é branca, mesmo que a atmosfera do planeta fosse idêntica a da Terra, a luz refletida seria de outro comprimento de onda, gerando entao, um céu de outra cor (neste caso possivelmente um pálido azul) um por e nascer da estrela de cores diferentes.
Já a Gliese 581, anã vermelha que fica uma distancia relativamente pequena do planeta Gliese 581c, recentemente descoberto (abril de 2007), o qual órbita esta estrela dentro de uma promissora zona de habitabilidade. O sistema esta localizado na constelação de Lira, a 20,5 anos-luz da Terra, a estrela Gliese possui cerca de 1/3 da massa do Sol e apenas gera cerca de 1/50 de sua energia; o planeta Gliese 581c possui um diâmetro 50% maior que o da Terra e uma massa 5 vezes maior, gerando uma gravidade na superfície cerca de 2,15 vezes maior que a terráquea (fazendo um ser humano de 50 quilos pesar 80 neste mundo).
O Planeta parece extremamente promissor, e existem grandes possibilidades de se encontrar vida estruturalmente avançada como plantas, insetos e ate mesmo animais, mesmo com a possibilidade de o planeta não possuir rotação (questão ainda não esclarecida), gerando um lado sempre escuro e frio e outro claro e muito quente e faixas de transição, onde a vida poderia se desenvolver perfeitamente.
Se houver a rotação, estima-se que as medias de temperatura da superfície variem entre 0 e 40º C, neste caso não haveria uma divisão climática evidente como os trópicos da Terra, que possui uma variação de temperatura entre -89 e 60º C; o primeiro valor encontramos nas noites de inverno dos pólos, e o segundo em dias de verão em desertos quentes, próximos aos trópicos. Se fosse este o caso, em termos de clima, Gliese 581c seria mais estável que a Terra, somadas as condições necessárias de água liquida e tempo geológico, poderia gerar uma biodiversidade consideravelmente grande e distribuída com grande grau de uniformidade sobre a superfície do planeta. Podemos estar vislumbrando o primeiro mundo vivo encontrado alem do nosso.
O Planeta parece extremamente promissor, e existem grandes possibilidades de se encontrar vida estruturalmente avançada como plantas, insetos e ate mesmo animais, mesmo com a possibilidade de o planeta não possuir rotação (questão ainda não esclarecida), gerando um lado sempre escuro e frio e outro claro e muito quente e faixas de transição, onde a vida poderia se desenvolver perfeitamente.
Se houver a rotação, estima-se que as medias de temperatura da superfície variem entre 0 e 40º C, neste caso não haveria uma divisão climática evidente como os trópicos da Terra, que possui uma variação de temperatura entre -89 e 60º C; o primeiro valor encontramos nas noites de inverno dos pólos, e o segundo em dias de verão em desertos quentes, próximos aos trópicos. Se fosse este o caso, em termos de clima, Gliese 581c seria mais estável que a Terra, somadas as condições necessárias de água liquida e tempo geológico, poderia gerar uma biodiversidade consideravelmente grande e distribuída com grande grau de uniformidade sobre a superfície do planeta. Podemos estar vislumbrando o primeiro mundo vivo encontrado alem do nosso.


