domingo, 7 de dezembro de 2008
Programa estranho escondido no Excel 95
Obs: Muito neste texto não foi escrito pela minha pessoa.
Abra um arquivo novo .
Posicione-se na linha 95.
Clique no botão de número 95, assim a linha inteira ficará selecionada.
Pressione TAB, para ir a segunda coluna.
Agora, com o mouse, selcione o menu Ajuda (?) e entre em "Sobre Microsoft Excel..."
Pressione as teclas ctrl-alt-shift e (mantendo precionadas), com o mouse, selecione a opção "Suporte ao produto"na janela de ajuda.
APARECERÁ UMA JANELA COM O TÍTULO: THE HALL OF TORTURED SOULS.
É um programa similar ao jogo Doom, e você pode percorrê-lo com os botões de direção (setas). Nas paredes aparecem os nomes, em movimento, das "almas torturadas" ... bom nao e possivel ler exatamente o que esta escrito, mas sao nomes de pessoas e outras coisas.
Agora vá até as escadas e volte em direção à parede que estaria às suas costas ao começar o jogo. A branca e quadriculada. (onde voce comecou)
Tecle EXCELKFA.
Isto abre a parede e revela outra passagem secreta. Entre nela e tente não cair do caminha elevado, quando você chegar ao final, verá a foto de varios homens (provavelmente os criadores do software etc), eu nao cheguei nessa sala porque nao consegui andar naquele caminho maldido (e extremamente dificil pq qualquer toque na seta voce cai) entao vi o que tem la nesse link do youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=nwg9eLHZZRo
Comentários vistos na internet a respeito do assunto:
-PORQUE COLOCARAM ISSO NO EXCEL?- seria um teste de software para se ver a capacidade de se colocar programas embutidos e indetectaveis em softawares usados pelas pessoas e os governos? (quem imaginaria que isso existe?), detalhe que esse programa parece ser praticamente indetectavel de acordo com alguns hackers!
e por que o uso de imagens e simbolos satanicos?
Algumas pessoas acham que isso prova outros programas embutidos como este "hall of tormented souls" possam facilmente ser colocados em programas usados pelo pentagono e o governo russo por exemplo (podendo ativar o arsenal nuclear dessas potencias!!!) afinal todos esses sistemas em sua grande maioria ainda usam o DOS e Windows!! seria uma bomba relogio? se isso tudo for verdade (nao que minha pessoa acredite, ao contrario minha opniao nesse assunto é cetica, eu acho que esse programa foi a invencao de um ou mais nerds que fizeram o Excel 95), porem se fosse verdade isso seria perturbador, alem disso se voce digitar no google.com (o americano nao o brasileiro, confirado google.com in english em baixo) "google bsd" e clicar em "i'm felling lucky" sem apertar ENTER, aparece um diabinho do nome do google!
Ainda, pensem nisso:
Citação Bíblica:
"E ele obrigou a todos, pequenos, grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receber uma marca em sua mão direita ou em seu rosto, de tal forma que ninguém poderia comprar ou vender alguma coisa, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui é preciso ter sabedoria! Quem tem inteligência, calcule o número da besta, pois é um número de homem: seu número é 666."
Apocalipse 13:16-18.
Isto é algo em que se deve pensar... Porque se a Bíblia, no livro do Apocalipse diz que sem o sinal da besta ninguém poderia ser capaz de comprar, vender, fazer transações comerciais, etc...
Note que a Internet também é conhecida como a World Wide Web ou WWW..
Outra forma em que podemos escrever W é V/ (VI) assim:
WWW = VI VI VI 6 6 6
Isto nos dá o que pensar... Não vai tudo se encaminhando para a Internet? E não está a Microsoft tentando sempre ter o monopólio da tecnologia de software, e agora de Internet?
O Apocalipse diz que a marca da Besta estará na mão e no rosto de cada um... Se a Internet fosse em realidade o sinal da Besta, não estamos começando a levá-lo nas nossas mãos (mouse) e em nossos rostos (monitor)? Finalmente, tudo encaixa ou nós estamos deixando levar pela imaginação?
E se WWW é o 666? Bill Gates e a besta?
sábado, 18 de outubro de 2008
Zona Habitavel e Gliese 581c
1) A classe espectral e a magnitude absoluta da estrela; existem sistemas com estrelas mais frias (como por exemplo, a classe M) e com raio menor (com baixa magnitude absoluta); as anãs vermelhas, como a Gliese 581, nela o planeta deve estar mais próximo da estrela, relativamente muito mais próximo do que a Terra esta do Sol; uma estrela classe G, que é consideravelmente mais brilhante e maior que a Gliese 581. Estrelas muito mais quentes que o Sol provavelmente tornariam os planetas rochosos mais próximos inabitáveis, e considerando os atuais modelos de formação de sistemas estelares: os planetas rochosos tendem a se formar mais próximos da estrela em relação aos planetas gasosos (ou jovianos), e portando as chances de vida como a da Terra seria menor; exemplos são estrelas das classes O e B, azuladas e muito quentes.
O diâmetro do planeta, a classe e magnitude absoluta da estrela estando nessa margem aceitável, tem-se a questão do posicionamento do planeta em relação a estrela; a distancia media onde a vida poderia se desenvolver como em nosso mundo. Em estrelas mais quentes, como o Sol e estrelas da classe F e talvez A, como a zona de habitabilidade esta mais distante da estrela, do planeta poderia ser visto em pequeno ponto branco e intenso no céu o qual não poderia, nem de relance, como muita vezes fazemos com o Sol ser vislumbrado durante um dia aberto, podendo cegar imediatamente um homem.
Como a classe espectral A é branca, mesmo que a atmosfera do planeta fosse idêntica a da Terra, a luz refletida seria de outro comprimento de onda, gerando entao, um céu de outra cor (neste caso possivelmente um pálido azul) um por e nascer da estrela de cores diferentes.
O Planeta parece extremamente promissor, e existem grandes possibilidades de se encontrar vida estruturalmente avançada como plantas, insetos e ate mesmo animais, mesmo com a possibilidade de o planeta não possuir rotação (questão ainda não esclarecida), gerando um lado sempre escuro e frio e outro claro e muito quente e faixas de transição, onde a vida poderia se desenvolver perfeitamente.
Se houver a rotação, estima-se que as medias de temperatura da superfície variem entre 0 e 40º C, neste caso não haveria uma divisão climática evidente como os trópicos da Terra, que possui uma variação de temperatura entre -89 e 60º C; o primeiro valor encontramos nas noites de inverno dos pólos, e o segundo em dias de verão em desertos quentes, próximos aos trópicos. Se fosse este o caso, em termos de clima, Gliese 581c seria mais estável que a Terra, somadas as condições necessárias de água liquida e tempo geológico, poderia gerar uma biodiversidade consideravelmente grande e distribuída com grande grau de uniformidade sobre a superfície do planeta. Podemos estar vislumbrando o primeiro mundo vivo encontrado alem do nosso.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
O Acelerador de Particulas - Uma Nova Era
Vista de Cima do trajeto do tunel circular de 27kmFonte: sofadasala.vilabol.uol.com.br
Entre outras coisas confirmar a existência da chamada “partículas de Deus” por alguns estudiosos (o que não é o caso do autor); o Bóson de Higg, a ultima partícula teórica a ser confirmada e completar o “quebra-cabeças” da formação da matéria no Universo. A poucas décadas atrás acreditávamos que o átomo era indivisível, hoje, entre bósons, quarks, glúons, etc, sabem-se que existem 12 partículas de matéria e 4 partículas de força
A importância desses estudos é imensa para a humanidade; as de interações de partículas, como a aniquilação nuclear que ocorre na colisão entre um elétron e um pósitron; uma reação sem perda de calor e que gera uma quantidade de energia gigantesca, no choque, ambas as partículas desaparecem da existência e liberam energia pura. Um pósitron é uma partícula de anti-matéria.
Seccao transversal do tubo principal mostrando os tubos internos,onde os feixes de particulas sao acelerados.
Fonte: guillegg.wordpress.com
No seriado Star Trek, as naves estelares são justamente movidas a combustível de matéria de anti-matéria, e as longas distancias são vencidas com o Warp Drive; um dispositivo fictício que torna possível a Dobra Espacial; uma teoria física real. Um dos empecilhos para o construção de um dispositivo desse tipo seria a enorme energia necessária para criar a força que distorce o espaço, enquanto que os propulsores arremessariam a espaçonave nessa “ponte” no espaço, a qual não contraria os princípios da relatividade de Einstein, a qual diz que nenhum corpo pode se deslocar mais rápido do que a luz; na verdade a nave se move a velocidades próximas a da luz, mais quanto mais o espaço for diminuído pela dobra espacial (em Star Trek isso se chama Fator de Dobra), menor será o tempo e assim, maior será a velocidade relativa a da luz
Talvez nós estejamos assistindo o começo de uma Nova Era, como sempre o mundo esta em transformações, tivemos a Idade da Pedra, dos Metais, Idade Media, Renascimento, tivemos o começo da Era Industrial e vimos o começo da globalização e da era da Internet, agora assitimos o começo da Era Espacial, onde o homem novamente ira procurar novas “Terras”, novas civilizações, tal como fez na época das grandes embarcações, de Colombo, com o florescimento da física quântica, das interações subatômicas e da tecnologia resultante teremos a viabilidade dessa nova Era, que a nossa geração ainda vai começar a ver os primeiros passos; a dobra espacial se mostra o único caminho para as outras estrelas... esperamos ansiosos por sua vinda!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Nebulosas
Nebulosas são nuvens inter-estelares de poeira espacial originadas pelo fim de estrelas como o Sol e explosões de supernovas. São muito importantes no Universo, pois com freqüência são locais de origem das novas estrelas; os acúmulos gasosos e a poeira espacial ocasionalmente colidem e se agregam, formando massas que maiores que geram mais gravidade e com isso ainda mais matéria, ate o ponto de formar a proto-estrela e o disco planetário, como discutido anteriormente no item 1.1; formação estelar.
Experimentos recentes demonstraram equivalência desse processo com massas infinitamente menores; em um tanque transparente a vácuo, foram colocadas partículas de areia fina espalhada; constatou-se que as partículas de areia tendem a se agruparem no vácuo, formando as partículas maiores.
Muitas nebulosas são formadas devido ao colapso gravitacional de gases difusos no meio interestelar, formando estrelas e nebulosas com isso; o volume ocupado e o numero de estrelas formadas depende do tamanho da nuvem original. Algumas nebulosas se formam a partir da explosão de supernovas e outras a partir da ejeção das camadas externas de gigantes vermelhas (ver adiante; nebulosa planetária e remanescente de supernova, respectivamente).
Antigamente os chamados cúmulos estelares, eram considerados nebulosas também, classificados em cúmulos abertos e cúmulos globulares; pontos de grande população aglomerada de estrelas de forma difusa ou esférica respectivamente. Essas áreas geram grande brilho, porem não se assemelham a nuvens gasosas nem são constituídas em essência por resíduos do processo de ejeção ou explosão do final da “vida” de alguma estrela ou do meio interestelar, mas sim por estrelas ativas. Com isso, geralmente tais áreas não são consideradas nebulosas atualmente.
Da mesma forma, galáxias eram consideradas nebulosas; ou nuvens, como a Nuvem de Magalhães, que é uma galáxia e não deve ser confundida com uma nebulosa, mesmo apresentando-se uma forma de nuvem, como alguns cúmulos estelares vistos a telescópios menos potentes também. A Grande Nuvem de Magalhães atualmente é classificada como uma galáxia irregular anã.
Dentre os vários parâmetros para diferenciação desses tipos temos, por exemplo; que de forma geral, o jogo de cores apresentadas pelas nebulosas é devido principalmente à composição elementar dos gases que as constituem, já as cores apresentadas pelas galáxias e cúmulos estelares são devido à quantidade e disposição das estrelas (e o brilho que geram) e suas classes espectrais.
Quanto à espectroscopia, as nebulosas podem ser: Nebulosas de Emissão, que contem gases ionizados (especialmente hidrogênio ionizado) que produzem linhas de emissão na espectroscopia. Ou Nebulosas de Reflexão, que não apresentam linhas de emissão significativas no espectro, em contraste elas refletem significativamente a luz de estrelas próximas. As nebulosas também se dividem por tipos, tais como:
Nebulosa Difusa: são muito extensas, ocupando uma grande área irregular, sem limites aparentes definidos. O brilho e as cores variam muito, sendo algumas de apenas uma tonalidade e outras compostas por duas ou mais. Apresentam-se tanto como nebulosas de emissão quanto como nebulosas de reflexão.
Ao Lado: Nebulosa do Pelicano; uma nebulosa difusa de emissão de grande
Nebulosa Escura: similares as nebulosas difusas, porem elas não emitem e nem refletem luz; são vistas como nuvens negras entre nossa posição e estrelas mais distantes ou captadas na frente de nebulosas de emissão. Apesar disso, essas nebulosas (como todas as outras) podem ser captadas no infravermelho a partir de pequenas emissões na nuvem interior da nebulosa.
Acima: Nebulosa Cabeça de Cavalo; uma nebulosa escura na
Remanescente de Supernova: ou nebulosa de supernova, são aquelas formadas a partir da explosão de supernovas. Trata-se de um tipo de nebulosa difusa, aonde os gases vão se ionizando, e geram muita emissão óptica e raios-X, e também emissões de radio não relacionadas a temperatura, chamadas de emissões sincrônicas, causadas por altas velocidades e elétrons oscilando em campos magnéticos.
Acima: Nebulosa do Caranguejo; uma nebulosa remanescente de
Nebulosa Planetária: formadas quando as conchas gasosas mais externas ao núcleo são ejetadas por uma gigante vermelha antes de se tornar anã branca; a estrela central (agora apenas o núcleo com uma concha) irradia energia e gera temperaturas médias de 10.000 K. As cores ejetadas dão origem a combinações de todos os formatos e cores imagináveis; os gases que compõe são geralmente ionizados em sua grande parte. São nebulosas de emissão, com o espectro similar ao de áreas de formação estelar, com hidrogênio que será ionizado, porem são mais densas que estas. Apesar do nome, não tem qualquer relação direta com os planetas ou sua formação; receberam esse nome devido a semelhança que os antigos astrônomos viam entre estes objetos e discos planetários.
Acima: Nebulosa Olho de Gato (NGC 6543),
AUTOR: Gustavo L.H. Assumpcao
A Roda do Principe Sabul
No primeiro andar do Museu Egípcio do Cairo e entre as salas muito próximas da Sala das Múmias pode-se parar surpreendido diante de uma pequena vitrine de cristal. Ali está um objeto solitário parecido com uma roda. Este estranho objeto tem desconcertado e segue desconcertando a todos os egiptólogos que tiveram ocasião de estudá-lo detidamente. E o primeiro deles foi o seu descobridor, Brian Walter Emery, um dos mais importantes egiptólogos do século XX, autor do clássico da egiptologia, Egito Arcaico ― 1961, que segue constituindo, depois de muitos anos, uma referência bibliográfica para o estudo e compreensão das origens da Antiga Civilização Egípcia. Realizando escavações no ano de 1936, na zona arqueológica de Sakkara, foi descoberta a Tumba do Príncipe Sabu, filho do faraó Adjuib, governante da I Dinastia (3.000 a.C.). Entre os utensílios extraídos do lugar do funeral,chamou poderosamente a atenção de B.Walter Emery um objeto que definiu, inicialmente, em sua dissertação sobre As Grandes Tumbas da I Dinastia, como: "...um recipiente com forma de uma bacia esquisita...".
Anos mais tarde, em sua obra citada anteriormente, Egito Arcaico, havia um comentário que veio resumir a realidade e a situação deste incomodo cachibache [badulaque, objeto sem serventia]: "...não há nenhuma explicação satisfatória sobre o curioso desenho deste objeto...".
Este utensílio a que se referia B. Walter Emery em suas informações, tem 61 centímetros de diâmetro, e 10,6 centímetros de altura na zona central. Sua construção é esquisita, numa rocha quebradiça e frágil, que requereu um entalhe muito trabalhoso. Sua forma se assemelha a de uma roda de volante de um carro côncavo, com uma espécie de três cortes ou pás curvas que lembram a hélice de um barco e, no centro desta, um orifício com um recorte que se sobressai como se fosse o receptor de um eixo roda ou de algum outro mecanismo desconhecido, disposto para girar.
Como bem é sabido por todos, a postura que mantém a egiptologia oficial a respeito da aparição e uso da roda por parte dos antigos egípcios é muito clara e não deixa dúvida. Sua introdução no Egito nos asseguram, foi durante a invasão dos Hicsos no final do Império Médio, 1.640 a.C., que a utilizaram, entre outras coisas, em seus carros de guerra, e era conhecida também nesse momento por outros povos do Oriente Médio.
A pergunta é inevitável, se não é uma roda, que estranho objeto que apareceu na Tumba de um príncipe da I Dinastia, 1.400 anos antes da invasão dos Hicsos? Apesar da complexidade desse problema o tema desafia ainda mais os estudiosos técnicos e investigadores, impulsionados pelo estranho desenho do artefato. O também egiptólogo Cyril Aldred chegou à conclusão de que, independemente do que fosse, seu desenho correspondia sem dúvida, a uma reprodução de um objeto metálico anterior muito mais antigo.
De fato, esta roda apareceu na Tumba do Príncipe Sabu, junto com outros estranhos objetos de cobre ― praticamente o único metal que os egípcios conheciam naquela época. A dúvida nos assalta ao pensar como puderam desenhar um objeto tão delicado e tão complexo estruturalmente, feito há mais de 5.000 anos.
Uma estrutura que nos seus três estranhos cortes ou pás curvas, nos induz a pensar imediatamente na utilização desse artefato num meio liquido. Este detalhe, junto ao orifício sobressaliente na parte central, nos faz desconfiar também que pode ser uma pequena parte de algum mecanismo mais completo, preservado as graças a uma reprodução em pedra que por alguma desconhecida razão, realizou o artista (?, com algumas não menos desconhecidas ferramentas.
Porém, que mecanismos existiam há 5.000 anos no Vale do Nilo? Dentro da típica política dos arqueólogos e egiptólogos oficiais, este objeto não é mais que uma bandeja ou o pedestal de algum candelabro, com um desenho que é mera "casualidade". Também deve ser causalidade, que a esquema estrutural deste curioso objeto coincida com desenho de uma das peças da Companhia Lokheed de Mísseis Espaciais, desenvolvida para ser encaixada perfeita e hermeticamente dentro de uma caixa de motor cheio de lubrificante. Este objeto encontrado em uma tumba de Sakkara, com uma idade que no mínimo alcança os 5.000 anos, é mais um dos pequenos mistérios arqueológicos que não se encaixam em nenhuma teoria clássica.
AUTOR: Desconhecido




